quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Estação

A estação foi inaugurada em 27 de agosto de 1875 com o nome de Estação Santa Bárbara e contou com a presença de D. Pedro II e sua comitiva real. A presença constante de americanos sulistas, após a Guerra da Secessão, em 1866, comercializando e embarcando seus principais produtos, a melancia e o algodão, e também pelo linguajar e vestimentas, que caracterizaram o local como “Estação de Villa dos Americanos”. Em 30 de julho de 1904 foi criada por força de Lei a Vila Americana, que se chamou “Distrito de Paz de Santo Antonio de Villa Americana”. A Estação passou a ser chamada de "Estação de Villa Americana" quando em 1900 o Capitão Corrêa Pacheco, em comum acordo com a Cia Paulista colocou uma placa ao lado do prédio com esta denominação. Conhecida hoje como Estação Cultura o espaço contribui com a democratização do acesso à cultura abrigando alguns segmentos entre eles: artes visuais, música e patrimônio. Além de ser um espaço fantástico por natureza, isto é, desperta, demonstra o fascínio pelos trens, o transporte ferroviário, também contribui para formação, conhecimento e lazer. Fonte: Portal da Prefeitura de Americana

Estação Ferroviária de Americana. Foto: Portal da Prefeitura de Americana


Estação Ferroviária de Americana. Foto: Portal da Prefeitura de Americana

Estação Ferroviária de Americana. Foto: Celeb Araújo

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Portal

Os símbolos esculpidos nas laterais das construções representam a história do município:
  • Mapa dos Estados Unidos: Remete à imigração estadunidense ocorrida na região.
  • Mapa da Itália: Homenageia os imigrantes que ajudaram no crescimento inicial da cidade.
  • Melancia: Fruta trazida ao município pelos americanos.
  • 13 Estrelas: Representam os estados que participaram da Guerra da Secessão, origem dos imigrantes americanos.
  • Lua: Representa o surgimento da nova cidade.
  • Homem de Braços Abertos: Indica que a cidade sempre recebe de braços abertos os novos moradores.
  • Arco: É o símbolo da transformação do vilarejo em cidade.
  • Sol: Representa a atualidade.
  • Fonte: Significa o futuro, a renovação, a vida.
Fonte: Portal da Prefeitura de Americana

Foto: Aluísio Bertália

domingo, 4 de janeiro de 2015

Observatório


Órgão da Secretaria de Cultura e Turismo, foi inaugurado em 1985, ano histórico da aparição do Cometa Halley, sendo o segundo no gênero a ser implantado no país. Considerado “modelo de Observatório Municipal no Brasil”, citado como exemplo na França e Estados Unidos, é um complexo didático, científico, cultural e turístico como poucos no país, onde são realizados cursos, seminários, palestras e observação de astros em evidência com o objetivo principal de despertar no público em geral e, em especial, nos estudantes, o gosto pelas ciências espaciais, fornecendo informações atuais e de qualidade.
Foto: Fábio Ortolano
A “Semana de Astronomia”, “Astronomia na Praça” e “Astronomia na Sala de Aula” são alguns dos eventos que atraem e reúnem sempre grande número de participantes. Contudo, nada substitui o interesse e emoção da observação ‘ao vivo’ das estrelas, planetas, aglomerados estelares, nebulosas e galáxias através dos três telescópios do Observatório. O Planetário Cosmos - Stellarium, protótipo concebido e realizado pelo Observatório, é um espetáculo único de imagens, luzes, sons e cores envolvendo as belezas do Universo. O Museu do Tempo conduz o visitante a uma viagem ao passado através de quatro modelos de Relógios de Sol e outros instrumentos antigos. Fonte: Portal da Prefeitura de Americana

Atualmente, após um incêndio, as atividades ocorrem na parte externa, com ajuda de voluntários.

Foto: Caleb Araújo

Foto: Fábio Ortolano
Foto: Caleb Araújo

Foto: Portal da Prefeitura de Americana



quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Vamos Salvar a Gruta!

Gruta Dainese - Pelo direito à memória
Por Fábio Ortolano
Lembro-me como se fosse ontem quando eu e meu irmão gêmeo passávamos as tardes no bairro vizinho ao que fomos criados, ficávamos na casa de uma senhora, a Dona Perpétua, que nos cuidou por nove anos enquanto minha mãe trabalhava. Saíamos quase todas as manhãs da Vila Dainese rumo ao São Roque, primeiro para ir à creche, depois ao parquinho e anos mais tarde para freqüentar a quarta série do ensino fundamental na escola estadual Marcelino Tombi.
São tantas lembranças de infância, como as brincadeiras de rua, as travessuras em meio às árvores e aos grandes, diria gigantescos para época, canos de uma futura obra pública de saneamento no bairro. Não me esqueço quando num entardecer uma cobra surgiu no terreno da casa do nosso amigo Renan. Foi um rebuliço na rua, vizinhos correndo para ver a rastejante que nos parecia uma coral, de listras vermelhas, brancas e pretas. Com sucesso o avô do nosso amigo conseguiu se livrar no animal peçonhento.
Provavelmente, como todos diziam, vinha ela – a cobra - do buracão. Assim era conhecida a região da Gruta Dainese. A ausência de uma identidade para aquele local o transformava num simples orifício que rasgava a terra e corria uma nascente. E de lá surgiam também diversos causos alimentados pela garotada e até pelos idosos. Uma de um gado que teria escorregado em uma das quedas d’água de lá, outra que um garoto ao brincar de trampolim caíra na pequena represa que se formava entre as pedras, mas que nada havia acontecido.
A última vez que estive lá foi nesse ano mesmo, junto a um amigo que mora ao lado da gruta. Eu que sempre fui apaixonado por aquele lugar, não me esqueço de uma frase que ele me disse nesse passeio: “Nossa, tinha até me esquecido como aqui é bonito”. E penso o quão triste é saber que até as pessoas que amam aquele local, porque sei que ele compartilha desse sentimento comigo, esquecem de alguma forma que ele existe.
Daí, entendo que isso se dá por essa desconstrução de identidade local, por exemplo, ao chamarmos de buracão, algo tão genérico que se perde perante o simples significado de todas as coisas que classificamos como um furo, uma abertura. Não é como falar do Jardim Botânico ou do Zoológico Municipal que estão, na medida do possível, preservados. Pelo menos os moradores dos nobres bairros que estão no seu entorno não reclamam. Entende o que quero dizer, caro leitor?
Trata-se de um silêncio público, sobretudo de nossos gestores que transformam a gruta nesse buracão. E para os colegas munícipes que não conhecem tal local eu descrevo-o em apenas algumas palavras. A Gruta Dainese trata-se de uma das maiores, se não a maior área natural de Americana, possui três quedas d’águas, uma delas de 18m de altura, paredões de pedra, bromélias, samambaias, e outras espécies vegetais de mata atlântica. Quando eu mostro algumas fotos que tirei esse ano ninguém acredita que é em Americana. E sabe o que nós munícipes e gestores públicos fazemos dela? Um buracão.
Eu já perdi a conta dos milhares de reais que a gruta já recebeu nos últimos anos, eu particularmente suponho e contabilizo mais de 12 milhões nos últimos dez anos. E nesse tempo só vi cercarem uma parte de seu entorno, com alambrados que hoje nem existem mais, e agora estão construindo uma pista de caminhada às suas margens. Apenas isso. Pergunto-me para onde foram todos os recursos captados nos últimos anos? O que foi feito de educação ambiental e preservação da memória das comunidades do entorno? Quantas mudas de árvores foram plantadas para recuperação da flora, inclusive nas áreas que estão sofrendo erosão?
Desde os tempos de menino, sempre acompanho o que acontece com a gruta e só a vejo nos discursos dos gestores públicos em época de eleição. Um desrespeito total para com os cidadãos, para com suas responsabilidades públicas e profissionais, para com o mundo. Nem mesmo o partido verde (PV) que por seus princípios ambientais deveria cuidar desse patrimônio, nunca vi militar, de fato, por essa causa. Nenhum político até hoje levantou essa bandeira como se fosse a mais importante. O máximo que fazem é serem simpatizantes a uma ação do outro, até porque quem discordará em preservar um patrimônio ambiental? Bem, até alguém querer, já perdemos o direito à nossa memória, consumimos um patrimônio não só ambiental, mas imaterial também, como os contos da meninice.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

PLANO ESTRATÉGICO DE TURISMO - PET

Fábio Ortolano*

APRESENTAÇÃO
A elaboração de um plano estratégico de turismo pressupõe discorrer sobre os parâmetros básicos e ações preliminares que visam promover estruturas e elementos do turismo em dada localidade.
O PET – Plano Estratégico de Turismo de Americana deve orientar tanto gestores e equipe responsável pela implantação/acompanhamento do turismo no município quanto a comunidade local, a qual deve estar intimamente ligada com o desenvolvimento de tal atividade. 
Assim, vislumbra-se o turismo como uma atividade econômica e, sobretudo, sócio-cultural. Como meio de interação social, desenvolvimento local e amadurecimento da população em sua autogestão, corroborando na construção de sujeitos políticos.
A ideia é transformar Americana num pólo receptivo de turistas da região metropolitana de Campinas, principalmente por suas singularidades de atrativos e atrações, bem como diversificar sua economia e organização social. Trata-se de refletir e implantar uma atividade que pode ser desenvolvida visando à melhoria da qualidade de vida da população.
Objetivamente, pode-se, assim, melhorar a imagem da localidade na visão da população local, do poder público nos níveis estadual e federal e de empresários, trazendo bons frutos aos munícipes e ao governo local.

INTRODUÇÃO
Já em 2007 o Turismo representava 3,6% de contribuição ao Produto Interno Bruto (PIB) do país, excluídos os impostos. Foi o setor que mais cresceu na economia do país no período de 2003 a 2007. As atividades turísticas registraram aumento de 22% ante os 19,3% apurados pela economia brasileira. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no dia 22 de outubro de 2010, conforme a redação do Abril Notícias.
De acordo com Luciani e Ishikura (2006) o turismo é comumente associado a viagens e deslocamentos, o que de realmente é o fato mais concreto da manifestação da atividade, entretanto, o turismo não se limita a isso, é um campo de atividade profissional que exige pessoas preparadas a criar e gerenciar esses serviços, é um fator de incremento econômico. Considera-se também uma ferramenta de desenvolvimento social e de impacto nas relações sociais estabelecidas na prestação dos serviços. Assim, compete ao Estado organizar e definir estratégias para o desenvolvimento do Turismo.
E segundo Casimiro (2002) o segmento do turismo compõe-se de setores com grandes possibilidades de gerar novos postos de trabalho, principalmente. O autor ainda aponta em sua pesquisa que, de maneira geral, o turismo doméstico apresentou-se um pouco mais eficiente que o turismo internacional no Brasil, medindo-se essa eficiência em termos de unidades de emprego e unidades monetárias de impostos indiretos líquidos, renda das famílias e valor adicionado por unidade de acréscimo no consumo dos turistas. Diante disso, ressalta-se a importância da implantação de políticas e programas para promover o desenvolvimento do segmento turístico do Brasil, tendo em vista que o turismo contribui para o crescimento da economia nacional.
O MTur - Ministério do Turismo apresenta como missão o desenvolvimento do turismo como uma economia sustentável. Com papel relevante na geração de empregos e divisas, proporcionando a inclusão social. Cabe a tal ministério inovar na condução de políticas públicas com um modelo de gestão descentralizado, orientado pelo pensamento estratégico.

AMERICANA – SP HOJE
Atualmente, Americana cidade interiorana do estado de São Paulo, com aproximadamente 209 mil hab. (Censo 2010), apresenta um dos melhores IDH da RMC e possui alguns atrativos/atrações diferenciais, tal como a Festa do Peão de Boiadeiro, o 8º Maior Observatório Nacional, o Zoológico Municipal, um dos maiores do país e referencia na região, a Gruta Dainese e a Igreja Matriz de Santo Antônio, esta em estilo neoclássico.
O atual Planejamento Estratégico de Governo para o Turismo (PEG – T) no município traz como missão proporcionar o lazer e o entretenimento aos munícipes de Americana e atividades turísticas aos visitantes, de maneira eficiente e com ética. “Elevando-se o turismo a uma categoria econômica de relevância e promotora de políticas públicas orientadas pelas diretrizes: educação e turismo, preservação e turismo e turismo receptivo”.
Além disso, o planejamento apresenta como visão tornar a cidade referencia na prática da hospitalidade integradora. Para tanto, aponta como valores a cultura da paz; a ética; a generosidade; o respeito à diversidade sociocultural e a integração pública.
O PEG – T dispõe seus objetivos em dois eixos: os institucionais e os mercadológicos, sendo os últimos divididos em três fases, curto, médio e longo prazo. Se tratando dos objetivos institucionais, coloca-se a consolidação do turismo como atividade econômica de relevância ao município, a implantação do conceito de hospitalidade integradora e criar uma imagem que destaque o município no segmento de negócios, especialmente na área técnico-científica.
No que diz respeito aos objetivos mercadológicos, destaca-se a identificação do perfil dos visitantes; a elaboração de ações que orientem a compreensão do consumo do território; o destaque à gastronomia integrada com eventos culturais, elaborar diretrizes que possibilitem a parceria público-privada; elaborar calendário integrado; disponibilizar roteiros convencionais e temáticos; definir as segmentações turísticas prioritárias, concluir inventário de atrativos convencionais; realizar treinamento técnico; elaborar um plano estratégico público-privado.

PLANO ESTRATÉGICO DE TURISMO - PET
O PET visa ser um documento base para construção de políticas de estado e não de governo. Propõe o desenvolvimento do turismo sustentável, baseado principalmente em três segmentos da atividade, o ecoturismo, o turismo histórico-cultural e o de negócios.
O turismo deve ser compreendido pela comunidade como parte dela, não como uma atividade separada. Essa abordagem facilita a integração do mesmo com a vida social e econômica da comunidade.
Assim, um bom plano deve articular as aspirações e visões de uma comunidade e prever a base política para a implementação de decisões que envolvam o desenvolvimento.
Reunir as pessoas para planejar o futuro de sua comunidade é, basicamente, uma maneira de revigorar a democracia e a governabilidade local, contudo não se trata de uma tarefa fácil. E motivar as comunidades para uma autogestão e auto-desenvolvimento parece-nos um desafio.
Diante disso, a participação de todos os atores locais no processo de planejamento pode tornar o processo complexo, contudo a prática de ações coletivas por um bem comum, mesmo que em contextos de conflito, pode contribuir para estabelecer uma lógica sustentável e fazer da tomada de decisões futuras mais consensuais.
O planejamento do turismo refere-se a um processo contínuo, não um esforço pontual. A comunidade local precisa querer seu desenvolvimento. Cada etapa do processo deve ser aberta para mudanças em resposta a circunstâncias adversas e imprevistas.
Para NEIMAN o Ecoturismo têm se revelado uma ferramenta de resgate de vínculos ancestrais, caracterizados pelo contato com áreas naturais, colaboração entre membros de pequenos grupos no sentido de superarem adversidades comuns, contato físico, companheirismo etc.
Além disso, o autor coloca que o ecoturismo oferece possibilidades de uma discussão sobre os comportamentos culturalmente arraigados e a necessidade de sua transformação baseada na sustentabilidade. A prática de atividades especiais, que intensifiquem o contato ser humano e a natureza, pode contribuir para o afloramento dos vínculos supracitados e
trazer uma mudança dos hábitos culturais que, bem direcionados, podem tornar-se úteis para os educadores ambientais formais ou informais.
A participação da comunidade local no processo de planejamento e desenvolvimento do ecoturismo é fundamental para que haja comprometimento com a conservação dos recursos. Dessa forma, o ambiente pode possibilitar às pessoas uma vida digna, sem conflitos associados a danos à biodiversidade, como poluição das águas, ar e solo e também desastres como deslizamento de encostas e alagamento.
Sobre o turismo histórico-cultural, ou, mais comumente, apenas “turismo cultural”, ainda é no Brasil uma atividade em vias de desenvolvimento. De fato, a percepção que a maioria dos profissionais do turismo tem sobre o potencial para gerar atividades turísticas inerentes ao universo da cultura brasileira ainda se encontra muito aquém do que seria desejável.
O turismo histórico-cultural envolve práticas de percepção do patrimônio, atenção aos patrimônios materiais e imateriais que um povo possui, à salvaguarda dos mesmos e à compreensão de uma cultura, sobretudo, pluralista. Sendo assim, é importante que as ações contidas num plano estratégico, bem como qualquer outra que venha a ser aplicada numa localidade sempre considere a ligação e importância que as práticas terão com o coletivo local, e conseqüentemente, com sua cultura e história.
Nessa lógica, pontua-se que o desenvolvimento da atividade turística seja pautado na gestão participativa, e que, num inventário do patrimônio histórico-cultural de uma localidade, todas as regiões, faixas-etárias e extratos sociais estejam contemplados. Estas referências são indispensáveis a pesquisadores e gestores baseados em conceitos e práticas sustentáveis.
E finalmente, o turismo de negócios, o segmento do turismo mais expressivo na atualidade na cidade de Americana, bem como nos municípios ao seu entorno.
De acordo com o IEVEC (Indicadores Econômicos das Viagens Corporativas) o turismo de negócios movimenta anualmente R$ 33,6 bilhões no Brasil. As empresas gastam, por ano, cerca de R$ R$ 15,5 bilhões em viagens. O segmento de transporte aéreo consumiu 59,4% em 2006 dessa receita; eventos representam 6,2%; hospedagem representa 29,1% e locação representa 5,1%.
Tal segmento, com seus números em ascensão, possibilita o suporte a outras fatias da atividade turística. Ou seja, se há um conjunto de equipamentos que se desenvolvem a partir de suas demandas, por que não explorá-los em outros ramos, como a rede hoteleira e a de A&B, que além de receberem esses turistas de negócios podem investir em outros públicos.
Nesse contexto, o Plano Estratégico de turismo visa organizar, promover e dar visibilidade ao turismo no município de Americana. Dessa maneira, o PET torna-se uma ferramenta norteadora de estratégias e ações a fim de se alcançar um objetivo, sendo essencial para a administração pública, pois auxilia na comunicação entre as áreas envolvidas e na compreensão das responsabilidades de cada setor/membro da equipe.

*Bacharel em Turismo pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS campus Sorocaba 


- Quem tiver interesse no material completo: fabio_ortolano@hotmail.com

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Centro de Americana

Antigas residências FEPASA. Foto: Fábio Ortolano

Centro. Foto: Fábio Ortolano

Biblioteca "Jandira Basseto". Foto: Fábio Ortolano

Biblioteca "Jandira Basseto". Foto: Fábio Ortolano
Praça Comendador Müller, Centro. Foto: Fábio Ortolano


Fonte da Praça Comendador Müller, Centro. Foto: Fábio Ortolano