terça-feira, 23 de junho de 2015

Jardim Botânico

Com uma área de 90 mil metros quadrados, o Jardim Botânico possui 8.500 mudas de espécies arbóreas nativas e exóticas. Em sua área localiza-se a nascente do Córrego do Parque, que se estende pela Avenida Brasil, o cartão postal de Americana. O Jardim Botânico desempenha um papel essencial na conservação, propagação e difusão cultural-educativa dos valores do mundo vegetal, no estudo e conservação da flora regional, através de pesquisa e de educação ambiental. É um ótimo lugar para caminhada e passeio com crianças. 
Fonte: Portal da Prefeitura de Americana. 

Foto: Portal da Prefeitura de Americana 

Foto: Portal da Prefeitura de Americana.

Foto: Vanessa Legramandi

Foto: Fábio Ortolano
Foto: Caleb Araujo 

Foto: Caleb Araujo 

Foto: Caleb Araujo 

Foto: Caleb Araujo 

Foto: Caleb Araujo 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Teatro de Arena

O Teatro de Arena “Elis Regina” foi inaugurado no ano de 1981 e possui, atualmente, capacidade para 930 pessoas sentadas, dois camarins, quatro banheiros sendo dois adaptados para deficientes físicos e 140 vagas de estacionamento em sua área interna, totalizando 1.448m² de espaço físico construído. Palco da apresentação de vários artistas, o Teatro de Arena “Elis Regina” permaneceu abandonado por mais de uma década. Em 1986 foi reformado (ficando sem cobertura) e passou a se chamar “Teatro de Arena”. Em 2000, iniciaram-se as obras de revitalização, que, por motivos financeiros, foram concluídas apenas quatro anos mais tarde, sendo reinaugurado em 22 de setembro de 2004 como Teatro de Arena “Elis Regina”, em homenagem à grande diva da MPB. Graças à revitalização, os profissionais envolvidos conquistaram o primeiro lugar na premiação do ano de 2004 do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), departamento de São Paulo, na categoria “Arquitetura na Cultura”. A revitalização deu ao Teatro de Arena “Elis Regina” a ideia de um “circo”, um local de espetáculos alegres e múltiplas atividades. Para tal, o teatro foi coberto com uma lona branca em arco que lhe trouxe característica ímpar, além de um tom de leveza e brancura. Fonte: Portal da Prefeitura de Americana

Teatro de Arena. Foto: Portal da Prefeitura de Americana.

Teatro de Arena. Foto: Portal da Prefeitura de Americana.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Centro Cívico

O conhecido Centro Cívico, nomeado Complexo Poliesportivo Municipal “Milton Fenley Azenha”, possui piscina semi-olímpica e de salto (aquecidas), três quadras cobertas, pista de atletismo, campo de futebol e cinco quadras de tênis. Trata-se de um espaço muito utilizado por atletas profissionais e amadores, bem como pessoas interessadas na prática de atividades físicas.
A visita no local pode ser feita por qualquer pessoa, bem como o uso da pista para caminhadas. Há ainda um projeto denominado “Conhecendo o Centro Cívico”, onde as escolas, por telefone, agendam datas para os alunos conhecerem as dependências do complexo. O acompanhamento é feito por um supervisor do Centro Cívico. Fonte: Portal da prefeitura de Americana.

Centro Cívico de Americana. Foto: Portal da Prefeitura de Americana

Centro Cívico de Americana. Foto: Portal da Prefeitura de Americana

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Mercado Municipal de Americana

Inaugurado em 19 de julho de 1959, o Mercado Municipal foi construído pelo prefeito Abrahim Abraham para suprir a necessidade de um ponto de comércio em Americana, substituindo as feiras livres que eram realizadas no local. Considerado um dos mais tradicionais centros de compras da época, o mercadão – como é conhecido - recebia diariamente famílias de todos os pontos da cidade. Os produtos diferenciados, que os comerciantes buscavam na capital, eram um dos pontos fortes. Para o transporte das mercadorias havia charretes disponíveis ao lado do espaço. As viagens, muitas vezes pagas pelos comerciantes, funcionavam como um agrado aos consumidores. Mesmo com a rica história, o mercadão não resistiu à evolução e perdeu espaço para as redes de supermercados, que passaram a comercializar frutas, verduras e legumes No entanto, mesmo com as mudanças ocorridas ao longo do tempo, nenhum lugar substituiu o charme e o aconchego do local. Além da população realizar suas compras e comer o tradicional pastel, o mercadão é um ponto de cultura e muita história. Recentemente, foi transformado em patrimônio sociocultural do município de Americana e passou a ser denominado Mercado Municipal “Luiza Padovani”, homenageando a comerciante que há mais de 50 anos comanda uma loja agropecuária no local. Fonte: Portal da Prefeitura de Americana

Mercado Municipal. Fonte: Portal da Prefeitura de Americana

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Estação

A estação foi inaugurada em 27 de agosto de 1875 com o nome de Estação Santa Bárbara e contou com a presença de D. Pedro II e sua comitiva real. A presença constante de americanos sulistas, após a Guerra da Secessão, em 1866, comercializando e embarcando seus principais produtos, a melancia e o algodão, e também pelo linguajar e vestimentas, que caracterizaram o local como “Estação de Villa dos Americanos”. Em 30 de julho de 1904 foi criada por força de Lei a Vila Americana, que se chamou “Distrito de Paz de Santo Antonio de Villa Americana”. A Estação passou a ser chamada de "Estação de Villa Americana" quando em 1900 o Capitão Corrêa Pacheco, em comum acordo com a Cia Paulista colocou uma placa ao lado do prédio com esta denominação. Conhecida hoje como Estação Cultura o espaço contribui com a democratização do acesso à cultura abrigando alguns segmentos entre eles: artes visuais, música e patrimônio. Além de ser um espaço fantástico por natureza, isto é, desperta, demonstra o fascínio pelos trens, o transporte ferroviário, também contribui para formação, conhecimento e lazer. Fonte: Portal da Prefeitura de Americana

Estação Ferroviária de Americana. Foto: Portal da Prefeitura de Americana


Estação Ferroviária de Americana. Foto: Portal da Prefeitura de Americana

Estação Ferroviária de Americana. Foto: Celeb Araújo

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Portal

Os símbolos esculpidos nas laterais das construções representam a história do município:
  • Mapa dos Estados Unidos: Remete à imigração estadunidense ocorrida na região.
  • Mapa da Itália: Homenageia os imigrantes que ajudaram no crescimento inicial da cidade.
  • Melancia: Fruta trazida ao município pelos americanos.
  • 13 Estrelas: Representam os estados que participaram da Guerra da Secessão, origem dos imigrantes americanos.
  • Lua: Representa o surgimento da nova cidade.
  • Homem de Braços Abertos: Indica que a cidade sempre recebe de braços abertos os novos moradores.
  • Arco: É o símbolo da transformação do vilarejo em cidade.
  • Sol: Representa a atualidade.
  • Fonte: Significa o futuro, a renovação, a vida.
Fonte: Portal da Prefeitura de Americana

Foto: Aluísio Bertália

domingo, 4 de janeiro de 2015

Observatório


Órgão da Secretaria de Cultura e Turismo, foi inaugurado em 1985, ano histórico da aparição do Cometa Halley, sendo o segundo no gênero a ser implantado no país. Considerado “modelo de Observatório Municipal no Brasil”, citado como exemplo na França e Estados Unidos, é um complexo didático, científico, cultural e turístico como poucos no país, onde são realizados cursos, seminários, palestras e observação de astros em evidência com o objetivo principal de despertar no público em geral e, em especial, nos estudantes, o gosto pelas ciências espaciais, fornecendo informações atuais e de qualidade.
Foto: Fábio Ortolano
A “Semana de Astronomia”, “Astronomia na Praça” e “Astronomia na Sala de Aula” são alguns dos eventos que atraem e reúnem sempre grande número de participantes. Contudo, nada substitui o interesse e emoção da observação ‘ao vivo’ das estrelas, planetas, aglomerados estelares, nebulosas e galáxias através dos três telescópios do Observatório. O Planetário Cosmos - Stellarium, protótipo concebido e realizado pelo Observatório, é um espetáculo único de imagens, luzes, sons e cores envolvendo as belezas do Universo. O Museu do Tempo conduz o visitante a uma viagem ao passado através de quatro modelos de Relógios de Sol e outros instrumentos antigos. Fonte: Portal da Prefeitura de Americana

Atualmente, após um incêndio, as atividades ocorrem na parte externa, com ajuda de voluntários.

Foto: Caleb Araújo

Foto: Fábio Ortolano
Foto: Caleb Araújo

Foto: Portal da Prefeitura de Americana



quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Vamos Salvar a Gruta!

Gruta Dainese - Pelo direito à memória
Por Fábio Ortolano
Lembro-me como se fosse ontem quando eu e meu irmão gêmeo passávamos as tardes no bairro vizinho ao que fomos criados, ficávamos na casa de uma senhora, a Dona Perpétua, que nos cuidou por nove anos enquanto minha mãe trabalhava. Saíamos quase todas as manhãs da Vila Dainese rumo ao São Roque, primeiro para ir à creche, depois ao parquinho e anos mais tarde para freqüentar a quarta série do ensino fundamental na escola estadual Marcelino Tombi.
São tantas lembranças de infância, como as brincadeiras de rua, as travessuras em meio às árvores e aos grandes, diria gigantescos para época, canos de uma futura obra pública de saneamento no bairro. Não me esqueço quando num entardecer uma cobra surgiu no terreno da casa do nosso amigo Renan. Foi um rebuliço na rua, vizinhos correndo para ver a rastejante que nos parecia uma coral, de listras vermelhas, brancas e pretas. Com sucesso o avô do nosso amigo conseguiu se livrar no animal peçonhento.
Provavelmente, como todos diziam, vinha ela – a cobra - do buracão. Assim era conhecida a região da Gruta Dainese. A ausência de uma identidade para aquele local o transformava num simples orifício que rasgava a terra e corria uma nascente. E de lá surgiam também diversos causos alimentados pela garotada e até pelos idosos. Uma de um gado que teria escorregado em uma das quedas d’água de lá, outra que um garoto ao brincar de trampolim caíra na pequena represa que se formava entre as pedras, mas que nada havia acontecido.
A última vez que estive lá foi nesse ano mesmo, junto a um amigo que mora ao lado da gruta. Eu que sempre fui apaixonado por aquele lugar, não me esqueço de uma frase que ele me disse nesse passeio: “Nossa, tinha até me esquecido como aqui é bonito”. E penso o quão triste é saber que até as pessoas que amam aquele local, porque sei que ele compartilha desse sentimento comigo, esquecem de alguma forma que ele existe.
Daí, entendo que isso se dá por essa desconstrução de identidade local, por exemplo, ao chamarmos de buracão, algo tão genérico que se perde perante o simples significado de todas as coisas que classificamos como um furo, uma abertura. Não é como falar do Jardim Botânico ou do Zoológico Municipal que estão, na medida do possível, preservados. Pelo menos os moradores dos nobres bairros que estão no seu entorno não reclamam. Entende o que quero dizer, caro leitor?
Trata-se de um silêncio público, sobretudo de nossos gestores que transformam a gruta nesse buracão. E para os colegas munícipes que não conhecem tal local eu descrevo-o em apenas algumas palavras. A Gruta Dainese trata-se de uma das maiores, se não a maior área natural de Americana, possui três quedas d’águas, uma delas de 18m de altura, paredões de pedra, bromélias, samambaias, e outras espécies vegetais de mata atlântica. Quando eu mostro algumas fotos que tirei esse ano ninguém acredita que é em Americana. E sabe o que nós munícipes e gestores públicos fazemos dela? Um buracão.
Eu já perdi a conta dos milhares de reais que a gruta já recebeu nos últimos anos, eu particularmente suponho e contabilizo mais de 12 milhões nos últimos dez anos. E nesse tempo só vi cercarem uma parte de seu entorno, com alambrados que hoje nem existem mais, e agora estão construindo uma pista de caminhada às suas margens. Apenas isso. Pergunto-me para onde foram todos os recursos captados nos últimos anos? O que foi feito de educação ambiental e preservação da memória das comunidades do entorno? Quantas mudas de árvores foram plantadas para recuperação da flora, inclusive nas áreas que estão sofrendo erosão?
Desde os tempos de menino, sempre acompanho o que acontece com a gruta e só a vejo nos discursos dos gestores públicos em época de eleição. Um desrespeito total para com os cidadãos, para com suas responsabilidades públicas e profissionais, para com o mundo. Nem mesmo o partido verde (PV) que por seus princípios ambientais deveria cuidar desse patrimônio, nunca vi militar, de fato, por essa causa. Nenhum político até hoje levantou essa bandeira como se fosse a mais importante. O máximo que fazem é serem simpatizantes a uma ação do outro, até porque quem discordará em preservar um patrimônio ambiental? Bem, até alguém querer, já perdemos o direito à nossa memória, consumimos um patrimônio não só ambiental, mas imaterial também, como os contos da meninice.